Quem pode ou não fazer um curso de graduação? Quem tem reais condições de prestar uma boa faculdade? Quais as dificuldades encontradas do aluno que sai do Ensino Médio e quer entrar numa faculdade?
Essas são algumas das inúmeras questões levantadas quando o assunto é Ensino Superior.
Na verdade, qualquer um (digo QUALQUER UM) têm condições reais de entrar numa faculdade, o problema real é se essa pessoa que acabou de ingressar na faculdade terá condições de permanecer no curso. Esse exemplo, claro, é o das Faculdades Particulares. Muitas vezes o aluno que está no Ensino Médio tem duas opções: ou prestar uma faculdade pública (o q convenhamos, para passar tem q estudar pakas) e a outra é prestar uma faculdade particular (ou seja, meu caso, heehehehe).
Mas falando sério, um grande problema que caracteriza o ensino superior no Brasil é sobre a qualidade das instituições de ensino. Muitas delas, têm estampada na propaganda as frases: “CURSO RECONHECIDO E APROVADO PELO MEC” ou “MENOR MENSALIDADE DE TODAS AS OUTRAS, VENHA FAZER SEU CURSO CONOSCO...” etc.
O estudante deve, antes de tudo, procurar informações sobre a faculdade e o curso em questão com profissionais da área, amigos que um dia cursaram a faculdade, agendar para assistir uma aula na faculdade e ver se é isso mesmo que quer e antes de fazer a matricula ler cuidadosamente o termo de compromisso com a faculdade (isso é importante, pois vai saber se a faculdade não quer em algum momento qualquer aumentar o valor das parcelas, ou mudar sua turma para outro horário, muitas vezes essas surpresas vem sem aviso prévio).
Se por acaso, você for ver qual a nota q a faculdade tirou no conceito do MEC, e a nota for menor que B, não se assuste. Isso não quer dizer, necessariamente, que a faculdade não presta ou é ruim. Veja o meu exemplo: faço Letras na Uninove e digo sem nenhuma vergonha que o curso obteve “C” da última avaliação. Conversando com Alice, uma professora da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), ela me disse que isso de nota “A” ou “C” é bem relativo, o que vai ditar se o curso é bom ou não, é o próprio aluno. De acordo com Alice, na maioria das vezes, os mesmos professores que dão aula na USP dão aulas nas faculdades particulares, portanto, a matéria e o método de ensino serão os mesmos.
Já dentro da Universidade/Faculdade o aluno deve, portanto, se dedicar 100% ao curso escolhido, porque quer ele ou não, quando for para o mercado de trabalho a concorrência vai ser monstruosa (independente da área escolhida).