quinta-feira, 12 de abril de 2007

Entrevista de Amy Lee à Fly Magazine

Aprecie com Moderação ^^

Publicado: Abril 2007

Por: Jeff Royer

Depois do álbum de estréia do Evanescence, Fallen, ter vendido milhões de cópias e a banda ter encontrado seu lugar na história do rock 'n roll, você pensaria que Amy Lee estaria mais viva que Kelly Ripa em uma farra de coca-cola. Mas em seu álbum subsequente, The Open Door (lançado em 3 de Outubro), a nova rainha do pseudo-rock gótico está mais pseudo-gótica do que nunca. Para ser honesto, os últimos anos não tem sido exatamente picnics para Lee. Primeiro, ela se separou de seu parceiro guitarrista e co-compositor Ben Moody. Então, o guitarrista substituto Terry Balsamo teve um derrame. Então Lee abriu um processo contra seu empresário por problemas financeiros e sexuais. E então, ela e o vocalista do Seether, Shaun Morgan terminaram sua longa relação com uma complicada separação (documentada no grande hit ''Call me When you're Sober'').Não precisamos nem dizer, tem sido a história de Cinderella. Adicionando isso a pressão das turnês e a ter que escrever as letras sem seu companheiro, é fácil perdoar Lee de seu melodrama. Em antencipação ao show do Evanescence em Reading, Fly Magazine encontrou-se com a diva da escuridão e conversou com ela.

Fly Magazine: Então, a ''síndrome do segundo álbum'' é tão ruim quanto todos diziam?

Amy Lee: É engraçado. Eu realmente senti o efeito oposto em mim. Fallen foi muito, muito bem, melhor do que eu esperava. Mais do que nada, nos deu muito mais liberdade para agora. Eu sinto que desde que estamos estabilizados com Fallen e como fomos bem com ele, nós podíamos fazer o que quisessemos desta vez e realmente expandir a caixa e fazer algo ainda melhor.

FM: Uma vez que Ben saiu, foi assustador para você escrever todas as letras sozinhas?

AL: Eu sinto que realmente foi me dada toda liberdade pra fazer o que eu quisesse. Uma vez que minhas idéias não foram descartadas todas de uma vez, eu não precisei brigar por tudo. Era simplesmente livre. Eu podia fazer o que quisesse, e é daí que o título The Open Door veio. Eu pensei, ''todas as portas estão abertas. Nós estamos livres para fazer o que quisermos e não temos que nos preocupar com a aprovação da mídia''.

FM: Vocês fizeram turnês com o primeiro álbum por quase uns 100 anos. É bom ou ruim começar tudo novamente?

AL: Nossa turnê durou um ano e meio e nós estamos exaustos porque era simplesmente uma loucura. Nós não sabíamos o que estávamos fazendo e não sabíamos dizer não aquela época, então o trem não tinha como parar. Quando nós finalmente paramos com a turnês, acho que todos nós dormimos por dois meses direto! Depois de talvez, dois meses, as composições realmente começaram a sair. Nós estávamos realmente fritos. Nós estávamos finalmente no ponto aonde fazer turnês parecia divertido. Eu acho que quero fazer isso mais vezes.

FM: Você não teve nenhuma vergonha em escrever músicas profundamente pessoais. Você fica nervosa com relação a, digamos, se expor dessa forma?

AL: É engraçado, eu não acho que seja tão pessoal para escrever. Fazer arte por aí é a melhor sensação do mundo pra mim. Eu sinto que quanto mais eu me expresso e quanto mais eu mostro o quão profundo e pessoal aquilo é pra mim, melhor eu me sinto. É um peso muito maior que eu tirei de mim. Minha vida, de uma forma é um livro aberto ao mundo, e ás vezes pode ser um pouco assustador. Eu escrevi músicas ainda mais pessoais dessa vez. É difícil quando você se abre. Você tem que saber que está sendo completamente vunerável á julgamentos. Eu acho que tem milhões de pessoas por aí que devem achar que eu sou uma completa puta. Eu estou chegando agora no ponto aonde eu estou ciente disso e começando a ficar de boa com isso, porque eu sou do tipo de pessoa que quer que todo mundo me ame. É meio que um ajuste estar de boa sabendo que tem milhares de pessoas por aí que... mas eles não me conhecem.

FM: Seus fãs realmente tem reações quanto a você de uma forma muito pessoal...

AL: A maioria das vezes são adolescentes que sentem que realmente tem alguém em que eles podem contar ou falar com. É uma grande inspiração sentir pessoas conectadas as palavras que eu escrevi. É um elogio imenso. Me faz sentir como se tudo que eu estou fazendo aqui não é totalmente minha indulgência.Eu não acho que minha vida foi pior ou mais desafiadora do que de qualquer outra pessoa, mas eu sei me expressar. Eu sou uma criadora, então eu constantemente estou libertando isso, então as pessoas relacionam a isso. Eu sinto como se estivesse capaz de tirar minha bagagem, e não apenas tirar isso de mim, mas de alguma forma isso ajuda outras pessoas a passarem pela mesma coisa. É realmente um milagre ás vezes.

FM: Te assusta a maneira com que as pessoas contam com você?

AL: Eu realmente quero estar aí pras pessoas e dizer o que eu penso, mas ao mesmo tempo, eu não sou uma terapeuta e não sou nenhuma doutora e eu não tenho todas as respostas pra tudo na vida. Isso que é a nossa música, é isso é profundo e eu estou tentando achar respostas. Mas eu não sou nenhuma profeta e não tenho todas as respostas, então você realmente tem que olhar pra si e começar a jornada por si mesmo.

FM: Sua música pode ser realmente dramática algumas vezes. Você é uma pessimista na vida real?

AL: Você viu nosso DVD? Nós somos completamente idiotas! É engraçado, porque eu realmente me liberto de muitos problemas, então eu sinto que posso ser normal e saudável na vida real. Eu não sinto que estou sempre idolatrando a dor e triste e me vestindo de preto todo tempo. Eu sou como uma bola estúpida.

FM: Você disse anteriormente que não sabe como dizer não pro passado. Como você finalmente aprendeu a desenhar as fronteiras?

AL: Depois de tirar vantagens de mim e de ter feito muitas escolhas erradas, você aprende com cada erro. Eu ainda quero viver aberta às pessoas, porque eu amo pessoas. Eu acho que essa é a única forma de realmente ser feliz, é ser capaz de se conectar com outras pessoas, mas ao mesmo tempo, não se deixar ser induzida ou avantajada. É só uma lição na vida e tem sido um grande na minha. Demorou, mas finalmente eu estou aprendendo.

FM: ''Good Enough'' é a primeira música feliz da banda. Como isso aconteceu? [risos]

AL: Esta sou eu agora. Acho que "Good Enough" é a melhor representação do meu novo 'eu', e foi a última música escrita para o álbum. Ela foi escrita bem no finalzinho do processo de composição. Eu acho que nesse período eu já tinha me descarregado bastante. Eu, na verdade, tinha feito grandes mudanças na minha vida para me separar das coisas negativas que estavam me deixando pra baixo. Depois de toda a luta, todo o esforço e tudo mais, tudo ficou calmo após a tempestade e eu me senti muito, muito bem. Melhor do que eu me sentia desde a infância, talvez. Eu percebi que não preciso estar triste para escrever uma boa música.

Fonte: EvThreads

3 comentários:

Anônimo disse...

"Então Lee abriu um processo contra seu empresário por problemas financeiros e SEXUAIS"

q historia eh essa q eu naum sei




te s2
1003 bjs

Krish Lee disse...

VAI TOMA NO CU ESSA PUTARIA AKI NEN FOI A AMY.. PARA DE INVENTA MENTIRA SEUS FDP

Anônimo disse...

nossaaa q issso rsrs